ISABEL (2018)


Isabel rachou ao meio duas portas interdimensionais. Consecutivas. Esse controle que Isabel possui não é da ordem da variação gênica mutante. Dentro de Isabel, esse processo, pelo qual toda informação hereditária contida em um gene maligno ou não, tal como a sequência de DNA, vem sendo processada em produtos funcionais e apostas. Sem receitas. Foram longas ponderações e discussões. Ela consegue vetorizar diferentes normativas algorítmicas no interior das células, isto é, possui o poder de mudar as funções hiperespecializadas.